Cleiton Oliveira

As armadilhas de final de ano: Como não cair nas armadilhas de consumo

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As armadilhas de final de ano são muito poderosas. Então, o que fazer para não sucumbir?

Depois do Natal, é quando, normalmente, colocamos a mão na consciência e pensamos: “O que é que eu fiz com minhas finanças?”

Do ponto de vista da Psicologia Econômica, esse é um período altamente favorável para a gente se meter em problemas dos quais os efeitos podem perdurar até a metade do tão aguardado Ano Novo!

Psicologia do Consumo

Pensa comigo: horário de verão, clima agradável, decorações sensacionais, apelos irresistíveis do tipo “Compre agora e comece a pagar só depois do Carnaval!”

IPI reduzido (não importa do quê), restituição do imposto de renda, 13º salário, amigo secreto, lembrancinhas, presentes de tirar o fôlego, nome limpo (e pronto para receber crédito).

É para ficar maluco, né? É realmente tentador. Mas, é assim que é. E é assim que sempre será.

É como um ciclo vicioso que nós entramos sem perceber!

Esse clima de festa faz com que tomemos decisões sobre consumo muito baseadas em impulsos.

Ou seja, nós não “pensamos” e depois é preciso pagar o preço durante todo o primeiro semestre do ano seguinte.

Só aí, nós conseguimos começar a colocar as contas em ordem, aguardar alguma campanha para “limpar o nome” e aí já é quase final de ano de novo e retomamos o ciclo.

Em artigos anteriores, já falamos sobre como a nossa mente é especialista em nos boicotar e “pregar” peças… O que parece, definitivamente não é!

Armadilhas do Consumo

armadilhas-consumo

A nossa mente é propicia a cair em armadilhas! E há alguns gatilhos que podem dispará-las e eles estão por aí – e nessa época do ano eles estão em toda parte, até dentro de casa!

E como fugir disso? Nós podemos ficar mais atentos e tentar entrar no “modo defensivo”!

Pois, assim ficamos mais atentos, desconfiados, mais reflexivos e um pouco menos vulneráveis.

Uma excelente maneira de entrar no “modo defensivo” é saber o quanto você realmente tem disponível para gastos extras de final de ano.

E, apesar disso acontecer, todos os anos, é como se sempre fôssemos pegos de surpresa!

Aliados no Combate

O segundo passo é conseguir aliados. Então, reúna a família, inclua os filhos, e comece as negociações de modo bem realista.

Desta forma, você tem menos chances de se tornar a “mala” e ver seu planejamento ir por água abaixo por sabotagem interna ou por causa daquele sentimento de culpa que os pais normalmente têm quando é preciso dizer “NÃO”.

Outro ponto importante é que, quando estamos cansados, estressados ou com fome, nós aumentamos as chances de cair em tentação.

Isso acontece porque a parte do cérebro que é mais intencional e reflexiva funciona com uma espécie de bateria que vai se descarregando ao longo do dia.

Sendo assim, evite fazer suas compras depois de um dia estressante e cansativo, pois você pode até tentar refletir, mas simplesmente não vai conseguir.

Conclusão

Lembre-se que essa pode ser uma das maiores lições que você pode ensinar aos seus filhos também!

Ter domínio próprio é importante, e isso vem com disciplina e planejamento!

Você enfiou o pé na jaca esse ano e estourou as contas?

Fique atento ao nosso blog, aqui tem inúmeros artigos de como te ajudar a sair das dívidas e começar a construir seu patrimônio!

Indicamos o artigo como começar o ano no azul para que você comece o ano com o pé direto.

Boas Festas e até o próximo artigo!

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Cleiton Oliveira

Sobre o autor | Website

Life Coach, Educador Financeiro e autor do livro O Poder do Método –

www.opoderdometodo.com

eBook GRÁTIS: 3 Dicas Simples para Eliminar as Dívidas 

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  • No começo de 2017 criei uma caxinha para guardar dinheiro para compras do fim de ano. Com o dinheiro na mão dá pra negociar e conseguir maiores descontos nas lojas. Conseguir economizar uma boa grana e ainda sobrou para o ano que vem.

    • Parabéns pela iniciativa e disciplina. Um ótimo exemplo do uso consciente e inteligente do dinheiro.

      Um grande abraço!