Cleiton Oliveira

[Infográfico] Como Eliminar as Dividas: Saia do Vermelho e tenha a vida que merece

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Eliminar as dívidas e obter uma vida financeira equilibrada, com as contas em dia e ainda algum dinheiro para realizar seus sonhos é o desejo de muitas pessoas.

O problema é que, enquanto muitas pessoas desejam estar nessa situação, apenas uma pequena porção delas realmente fazem por onde alcançar essa vida financeira equilibrada.

Organizar sua vida financeira não é nenhuma coisa do outro mundo. Existem alguns passos bem simples que, se seguidos à risca, certamente lhe auxiliarão a alcançar seus objetivos.

O objetivo desse artigo é compartilhar 3 passos para eliminar as dívidas e mostrar que qualquer pessoa pode fazer isso, independente de quanto recebe por mês.

Você também pode baixar o nosso eBook Grátis  em complemento a este artigo. No eBook detalhamos melhor como eliminar as dívidas.

Acesse 3 Dicas Simples para Eliminar as Dívidas.

Eliminar as Dívidas em 3 Passos

  1. Monitorar o Orçamento
  2. Definir os Objetivos
  3. Balancear o Orçamento

Esses são os 3 primeiros passos do Método Mobile para eliminar as dívidas.

[Infográfico] Como Eliminar as dívidas

Acompanhe agora quais são os 3 passos para você organizar seu orçamento e eliminar as dívidas de uma vez por todas.

Coloque esse infográfico no seu site (Copie e Cole o código HTML):

1 – Monitorar o Orçamento

O primeiro passo é reavaliar as despesas e cortar gastos desnecessários. Você pode utilizar um caderno, agenda ou uma planilha de orçamento mensal. Por meio de um orçamento organizado, você terá um maior poder de fogo para honrar seus compromissos financeiros.

Você que está endividado, mais do que nunca deve seguir o método das pessoas que possuem a vida organizada para saber quanto você gasta diariamente, sem essa prática é difícil separar um valor para quitar as suas dívidas.

Além disso, com a visualização correta de seu orçamento, você evitará tomar novos empréstimos e pagar altos juros.

Você reduzirá muito efetuando essa ação a possibilidade de um descontrole financeiro e consequentemente a inadimplência.

Pode ser muito eficaz nessa hora rever os custos fixos de maior valor para adequar seu orçamento a sua realidade, pois cortar somente os pequenos gastos pode não fazer uma grande diferença em seus orçamento.

Caso você seu orçamento já seja enxuto e você não consegue diminuir suas as despesas mensais, existe a possibilidade de devolver um bem para tentar quitar as dívida, como por exemplo, a devolução do carro.

Se essa alternativa não estiver disponível, você pode vender o carro para auxiliar no abatimento da dívida. Com isso, você tem o direito de pagar juros menores por antecipar o pagamento.

2 – Definir os Objetivos

Muitas pessoas alegam que não é possível pagar as contas ou poupar um valor no mês por conta de possuir um orçamento apertado.

Contudo, essas pessoas não abrem mão do consumo excessivo, sendo que, muitas vezes, por conta da comparação que efetuam em relação a vida das pessoas ao redor.

Para sentirem-se no mesmo nível social,  adquirem produtos e serviços com a intenção de serem aceitos pela sociedade, prejudicando ainda mais o seu orçamento, porque esses novos gastos acabam sendo incorporado a seu novo estilo de vida.

O correto é viver a vida e realizar os sonhos que você almeja e não aceitar de forma passiva tudo o que lhe é ofertado, sem questionar se essa dívida vai agregar valor a sua vida.

Após monitorar o seu orçamento e ter uma visão real do mesmo, você deve refletir e definir quais são seus objetivos. Esse procedimento fará com que você realize os seus desejos mais íntimos.

Uma das partes mais importantes do Planejamento Financeiro é a definição de seus objetivos. Pois, todas as ações realizadas deverão estar em prol de sua conquista.

Será muito mais fácil resistir as tentações do consumo excessivo

Definindo seus objetivos, você irá rever todos os valores anotados na Planilha de Orçamento Mensal, para que possa chegar a uma conclusão sobre o que é estritamente necessário no atual momento de sua vida.

Isso fará com você elimine gastos supérfluos e saia do endividamento. Esse procedimento, também irá fazer com que você gaste de forma consciente e inteligente e direcione um valor para quitar as dívidas.

3 – Balancear o Orçamento

O terceiro passo para eliminar as dívidas é depois de você ter estabelecido quais são seus objetivos e sonhos, será a a fase de balancear a distribuição de seus recebimentos, de acordo com suas prioridades.

Após efetuar a relação com todos os credores, identificar se há aplicação que poderá ser resgatada, se há bens que podem ser vendidos e quais contas podem ser diminuídas ou eliminadas, você irá determinar quanto de sua renda mensal será capaz de direcionar para o pagamento das dívidas sem comprometer sua qualidade de vida.

Serão priorizados gastos que agregam valor a sua vida e, nesta fase, tão logo você saia do endividamento, será iniciada a  constituição da reserva de emergência que é importante para os casos da ausência do salário de algum provedor.

É através desta consciência que você conseguirá diminuir os gastos supérfluos e fazer sobrar dinheiro no final do mês Nesta fase a participação e a colaboração de todos os componentes da família é muito importante.

Todo o sacrifício é válido nesta fase do planejamento para se livrar do endividamento e iniciar as renegociações das dívidas juntos aos credores.

Antes, vamos esclarecer a diferença entre endividamento e inadimplência e logo após, vamos traçar as melhores estratégias para renegociar as dívidas.

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Endividamento x Inadimplência

Endividamento e inadimplência são dois conceitos muito próximos e que possuem relação entre si. Portanto, é muito comum as pessoas usarem o mesmo termo quando possuem algum tipo de dívida.

O que deve ficar claro, é que uma pessoa pode possuir dívidas e não necessariamente estar passando por problemas financeiros.

Porém, ambos podem remeter a dificuldades financeiras, mas as consequências são muito diferentes.

Endividamento

O Endividamento é a incapacidade do consumidor, de boa fé, pagar as suas contas.

O consumidor de boa fé é considerado aquele que faz dívidas e possui a intenção de pagar, mas que em algum momento, por diversos motivos, se vê impossibilitado de pagar seus débitos.

No endividamento o consumidor possui a tendência de quitar suas dívidas, sem comprometimento de sua renda mensal que é utilizada para suprir suas necessidades básicas.

Já no caso da inadimplência, as dívidas do consumidor são maiores do que os recursos disponíveis, portanto, não consegue quitá-las.

O endividamento muitas vezes acontece por conta do devedor superestimar o seu rendimento, pela incapacidade de administrar seu orçamento (através da utilização de uma Planilha de Orçamento Mensal ou mesmo uma agenda ou caderno) ou por ceder as tentações do consumo e da publicidade em busca de um padrão de vida mais elevado comparando sua vida a de outrem.

Inadimplência

Inadimplência acontece quando o consumidor não consegue mais pagar as dívidas em dia e, isso pode ocasionar uma bola de neve, porque as pessoas acabam recorrendo a outras dívidas para quitar as anteriores.

Geralmente a busca por outras linhas de crédito (mais caras), acaba ocasionando o aumento das dívidas e, consequentemente levando o consumidor a insolvência financeira, pois não consegue cumprir as suas obrigações (pagamentos).

Portanto, para se chegar a inadimplência, é necessário estar endividado e, por isso, há uma relação entre endividamento e inadimplência que acaba confundindo muito a cabeça do consumidor.

Agora vamos verificar as melhores estratégias para renegociar as dívidas.

Renegociar as Dívidas

Renegociar as dívidas é um assunto muito procurado pelas pessoas que possuem alguma dívida e, para voltar a ter crédito na praça, precisam passar pelo processo de renegociação.

Livrar-se das dívidas e equilibrar as finanças pessoais é possível, porém é necessário dedicação e disciplina.

Muitas pessoas percebem que estão com o nome sujo, quando precisam de algum crédito.

Algum carnê não pago, um cheque sem fundo, cartão de crédito ou algum empréstimo de financeira poderá levá-lo a entrar para o mundo dos inadimplentes e consequentemente ficar com o nome sujo.

Vamos apresentar abaixo uma relação para que você seja um bom negociador.

  1. Antes de renegociar as dívidas, faça as contas e anote uma proposta que se encaixe no seu orçamento;
  2. Jamais recorra ao cheque especial ou a empréstimo com taxas altas. Tente opções mais baratas, como o consignado;
  3. No momento de renegociar as dívidas, tenha em mão informações que podem ajudar, como as contas em atraso e as cartas de cobrança;
  4. Tenha clareza se para regularizar as dívidas, você precisa de prazo, desconto ou ambos;
  5. Seja sincero com o atendente da empresa que irá avaliar o seu caso. Não se sinta constrangido e fale sobre os motivos que o fizeram deixar de pagar as contas;
  6. Ouça a proposta que o atendente irá lhe apresentar e, caso não esteja de acordo, apresente sua sugestão. Tente chegar o mais próximo possível das condições que você apresentou;
  7. Ao fechar a renegociação das dívidas, não se esqueça de pegar o comprovante que formaliza o acordo sobre o pagamento da dívida.

Fonte: Serasa Experian

Uma dica extra e um excelente aliado na hora de renegociar as dívidas, será o dinheiro das férias e do décimo terceiro salário.

Você pode utilizar esse dinheiro extra para negociar o pagamento à vista das suas dívidas.

Como você fará o pagamento à vista, a empresa deve lhe oferecer descontos para compensar os juros que seriam cobrados.

Trocando de dívidas

Muitas vezes, mesmo com as medidas tomadas anteriormente de reduzir seus gastos, você não obterá fundos mensais suficientes para o pagamento das dívidas.

Então, neste caso o melhor a fazer é renegociar a dívida diretamente com seu credor e, se as dívidas foram feitas em uma mesma instituição financeira, você terá a chance de utilizar uma mesma linha de crédito que possua a menor taxa de juros.

Essa troca de dívida é chamada de Portabilidade do Crédito.

De acordo com a nova regulamentação, se você estiver nessa situação e encontrar um banco que aceite financiá-lo em condições melhores que as do seu banco atual, você pode trocar a dívida de um banco para o outro melhorando as condições de seus empréstimos e reduzindo os custos

Para que essa mudança aconteça, você precisa encontrar um banco que aceite trocar a sua dívida.

O banco de destino, aquele para o qual se deseja fazer a portabilidade, estará adquirindo a sua dívida.

O valor total da dívida deve ser informado ao novo banco, que vai quitar os pagamentos com o antigo banco, que detinha o crédito anteriormente, quitando a dívida antecipadamente.

E a maneira mais efetiva de efetuar essa troca, é com a utilização do crédito consignado. Pois, o mesmo apresenta a menor taxa de juros.

Mas, atenção para um detalhe: você pode comprometer no máximo 30% do seu salário e terá que viver com somente 70% de sua renda.

Instituto de Defesa do Consumidor listou algumas dicas para a ajudar a orientar o consumidor que quiser portar seu crédito. Confira:

  • Negocie e exija todas as informações como o CET (Custo Efetivo Total) detalhado e o contrato do banco para onde vai migrar seu crédito;
  • A quitação de sua dívida com o banco do qual pretende transferir sua dívida deve ser feita pelo banco para onde você a está levando, e não por você;
  • Não aceite arcar com qualquer custo relacionado à transferência dos valores para a quitação da dívida com o banco do qual está retirando seu crédito, pois isso é ilegal;
  • Exija do banco de onde vai migrar sua dívida todas as informações sobre ela e suas informações cadastrais em, no máximo, 5 dias;
  • Não aceita a Venda Casada, se o banco onde possui o crédito apresentar uma contra proposta condicionada a aquisição de novos produtos e serviços denuncie.

Conclusão

Independente de sua situação financeira, eliminar as dívidas é possível e exige no mínimo esforço, dedicação e conhecimento sobre os meios para sair do vermelho.

Porém, é muito importante ressaltar que nunca se deve dar um passo maior do que a perna, o que significa dizer que nunca se deve gastar mais do que se ganha.

Esse é o erro básico em finanças pessoais.

Procure pagar suas contas a vista e sempre em dia. Os juros não são nada amigáveis para quem está do lado devedor.

Para não ser pego de surpresa por alguma dívida, sempre mantenha um valor de 6 a 12 meses de seus ganhos mensais em um colchão de emergência.

Essa reserva de emergência deve ser utilizada somente para os momentos difíceis e, através da reserva de emergência, você não terá que se sujeitar aos altos juros dos empréstimos bancários.

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Os 10 Mandamentos EAD (Eliminar as Dívidas)

  1. Efetue um monitoramento financeiro mensalmente;
  2. Gaste menos do que ganha;
  3. Defina seus objetivos de curto, médio e longo prazo;
  4. Economize uma parte do que ganha para eliminar as dívidas;
  5. Economize uma parte do que ganha para constituir uma reserva de emergência;
  6. Evite entrar no rotativo do cartão de crédito (não pague o mínimo da fatura);
  7. Evite usar o cheque especial;
  8. Procure comprar à vista e com desconto;
  9. Evite emprestar seu nome a terceiros;
  10. Consuma somente produtos e serviços que agregue valor a sua vida.

O que você achou desses 3 passos para eliminar as dívidas? Você possui alguma dúvida ou alguma sugestão para complementar esses passos?

Deixe um comentário e compartilhe sua sugestão para que possamos melhorar cada vez mais.

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Cleiton Oliveira

Sobre o autor | Website

Life Coach, Educador Financeiro e autor do livro Como Eliminar as Dívidas O Método Definitivo -www.eliminardividas.com.br/livro

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  • Alberto

    Parabéns pelo artigo. Estou numa situação desesperadora.Tenho uma filha de três anos para cuidar e estou desempregado. Perdi tudo o que tinha porque gastei demais, principalmente em escolas boas, cursos e muito mimos para minha filha. Nunca pensei em guardar dinheiro por acreditar sempre no crescimento de minha renda. Agora estou tentando colocar as coisas e ordem e o artigo me deu ânimo a mais para sair dessa situação. Muito obrigado por compartilhar e ajudar os outros.

  • Helen

    Gostei muito do artigo e preciso tomar algumas medidas para sair do vermelho. Não tinha conhecimento sobre essa troca de dívidas e vou tentar trocar minhas dívidas por outras mais em conta. Parabéns.

  • Rafaela

    Excelente artigo. Eu tenho uma divida de 3000 reais eu ganho 900 pago um parcela de carro 540. Como que eu faço para pagar a dívida e ainda pagar as contas do dia a dia?

    • Boa tarde Rafaela,

      Procure cortar todos os desperdícios de seu orçamento, faça o mapeamento o priorize somente os gastos que melhorem a sua qualidade de vida. Neste momento é importante destinar todos os esforços para eliminar a dívida.

      Abraço,

      Cleiton Oliveira

  • Paula

    Oi Cleiton, tenho muita dificuldade para utilizar uma planilha de gasto, essa do site é fácil?

    • Bom dia Paula

      Essa planilha é muito fácil de utilizar. Você irá lançar os valores e definir um limite de gasto para cada categoria. É muito importante separar um valor para constituir uma reserva de emergência, essa meta você pode incluir na planilha.

      Abraços

      Cleiton Oliveira

  • Carlos Oliveira

    Muito bacana as dicas, já tive oportunidade de ler o livro do Cleiton e o método utilizado é muito simples. Podemos atender as nossas necessidades de consumo e controlar os gastos sem nos endividarmos.

    • Olá Carlos, muito obrigado pelo seu comentário. O conceito é esse mesmo Economizar sem perder o prazer de viver 😉

      Abraços

      Cleiton Oliveira

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